Quão estranho planejas
seguir nas correntezas dessas marés distantes;
andar nas matas que te assombram;
beber da água envenenada,
que é a vida.
transcorrer os dias abaixo do sol
que queima e faz cicatrizes,
de quem um dia viveu sobre a terra.
vamos, aqui não choverá nunca mais.
-mnq